Especialidade:

Neurorradiologia Intervencionista

Neurorradiologista Intervencionista
cerebro em 3d
angiografia cerebral

O que é? O que trata?

A neurorradiologia intervencionista é uma subespecialidade ligada aos campos da Neurologia e Neurocirurgia e da Radiologia. É a especialidade responsável pelo tratamento minimamente invasivo das mais variáveis doenças do cérebro e da medula por meio de procedimentos endovasculares, ou seja, por cateteres e outros dispositivos por dentro dos vasos sanguíneos.

Nessa página, você poderá conhecer mais sobre essa especialidade e as doenças que podem ser tratadas.

Minimamente Invasivo

São considerados minimamente invasivos, os procedimentos em que não há grandes cortes ou extensa manipulação de órgãos e tecidos. No casos da neurorradiologia intervencionista, tudo é feito através de uma mínima punção na pele, geralmente na região da virilha ou do pulso. 

Endovascular

Os procedimentos da neurorradiologia intervencionista são chamados endovasculares porque a manipulação de cateteres e outros dispositivos ocorrem por dentro dos vasos sanguíneos, que são interconectados em todo o nosso corpo.

human

Procedimentos minimamente invasivos,
de alta complexidade

Humanizado e individualizado

Os tratamentos intervencionistas são definidos de acordo com as especificidades de cada paciente, respeitando suas características individuais, suas expectativas e preferências.

Medicina de Vanguarda

A neurorradiologia intervencionista é um dos principais avanços da medicina moderna, com procedimentos que revolucionaram o tratamento de diversas doenças e que continua se expandindo.

Baseado em Evidências

A cada dia, novas evidências científicas se acumulam para comprovar a eficácia e a segurança dos tratamentos, guiando os avanços da medicina.

Alta Tecnologia

Os procedimentos empregam materiais com alta tecnologia agregada e são constantemente aperfeiçoados com o desenvolvimento tecnológico.

Quando procurar um Neurorradiologista Intervencionista?

O neurorradiologista intervencionista é o médico habilitado a tratar das doenças do encéfalo, pescoço e medula espinhal que envolvem os vasos sanguíneos, como os aneurismas cerebrais, malformações arteriovenosas, estenose de carótida, entre outras. Também pode estar envolvido no manejo de outras condições, em associação com outras formas de tratamento, como no caso de tumores.

Assim, o neurointervencionista deve ser procurado na suspeita ou no diagnóstico de alguma dessas doenças:

Clique em cada um para mais informações:

Aneurismas cerebrais podem ser descobertos por acaso após algum exame realizado por outro motivo ou então por causa de algum sintoma, como dor de cabeça muito forte, alteração da visão, entre outros. Seu maior risco é hemorragia cerebral, chamada hemorragia subaracnoide (HSA) e por isso é necessária avaliação médica para determinar o tratamento e/ou acompanhamento.

Estenoses são estreitamentos nos vasos sanguíneos, geralmente causados por acúmulo de placas de gordura (lipídeos) ao longo do tempo. Sua principal localização são as artérias carótidas e vertebrais. Dependendo da situação, podem ser causa de acidente vascular cerebral (AVC, “derrame”), ataques isquêmicos transitórios (AIT) e até tonturas e desmaios. O tratamento envolve mudanças no estilo de vida, medicamentos e angioplastia com stent, dependendo do caso.

Malformações arteriovenosas cerebrais (MAV) são alterações na anatomia normal das artérias e veias. Podem estar localizadas em qualquer parte do corpo. No cérebro, são causa de crises convulsivas, dores de cabeça, alterações de força e sensibilidade e, nos casos mais graves, hemorragia cerebral. Quando identificadas, devem ser cuidadosamente avaliadas para definir a melhor forma de tratamento.

Fístulas arteriovenosas (FAV) são comunicações anormais entre a parte arterial e venosa do sistema circulatório. Podem ser causas de dor de cabeça, tontura, zumbido, alterações de força ou sensibilidade e hemorragia cerebral. O tratamento endovascular, feito pelo neurorradiologista intervencionista, é a melhor opção na maioria dos casos.

Procedimentos intervencioniais podem fazer parte da abordagem multidisciplinar de tumores localizados na cabeça e pescoço, benignos ou malignos. Dependendo da indicação é possível fazer quimioterapia intra-arterial, tratar sangramentos e realizar embolização pré-operatória para facilitar a cirurgia para remoção da lesão.

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